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Nossa Senhora de Natividade

January 19, 2019

Você conhece Nossa Senhora de Natividade, a Virgem Imaculada que apareceu cinco vezes no interior do Rio de Janeiro?

 

As aparições foram testemunhadas unicamente pelo médico Dr. Sebastião Fausto Barreira de Faria, cuja reação às duas primeiras foi de espanto.A terceira, devido ao aparecimento misterioso da pedra (Cefas), único fato visto e confirmado por mais cinco pessoas, foi a mais impressionante. Todas ocorreram de tarde e num só lugar.

 

A primeira aparição durou segundos, tendo Nossa Senhora apenas dito: “Não se assuste, volte”, ocorreu dia 9 de maio de 1967, quando o médico estava sozinho, inspecionando a construção de um rego na fazenda Coqueiro, propriedade de sua família no município de Natividade no interior do Rio de Janeiro. Na segunda aparição Nossa Senhora desapareceu sem nada dizer, ocorreu oito dias após a primeira. Na terceira, em 12 de julho do mesmo ano Nossa Senhora ditou, em dez minutos aproximadamente, a primeira e enigmática mensagem, tendo ele, a seu lado, sua esposa, Maria Elisa, o médico Walter Novais, os fazendeiros Aldir Carvalho e Bartolomeu Barra e o seu administrador, os quais, perplexos, viram o aparecimento da pedra (Cefas) nas mãos do médico. Em 12 de julho de 1968 ocorreu a quarta, quando Dr. Fausto mergulhou pela primeira vez no riacho a pedra misteriosa. Nessa aparição, Nossa Senhora, ao ditar a segunda e longa mensagem, identificou-Se claramente. Ao término da mesma, que se prolongou por quase uma hora, um fato se deu: uma nuvem escura, isolada no céu claro, pairou sobre o local, deixando cair uma neblina, seguida de uma aragem, o que causou grande emoção na multidão ali comprimida.

 

A quinta aparição ocorreu 10 anos depois da terceira, a 12/7/1977, e nela Nossa Senhora pediu para que a Cefas (pedra) fosse colocada na réplica de Sua casa de Éfeso no Santuário, em Natividade.

 

Nossa Senhora apareceu sempre em “carne e osso”, conforme expressão do médico, nítida e inconfundível como criatura humana vista a curta distância. Olhava-o fixamente. Sua postura era ereta, com as mãos juntas acima da cintura e os pés descalços dentro do leito raso do regato. As mãos e os pés eram dourados. Usava vestido inteiriço, de mangas largas, de tecido grosso e modelo primitivo, cinza-azulado claro e um manto igual na cabeça. Sorriu uma vez na primeira aparição e tornou-Se triste na quarta, ao ditar a seguinte frase: “Que conserve meu templo sempre aberto, intransigível e inviolável”.

 

As mensagens foram todas ditadas pausadamente e os originais podem ser vistos no santuário. A pedra misteriosa pesa quase duzentos gramas e foi classificada pelo Ministério de Minas e Energia como sendo Hematita, dos mais importantes minérios de ferro e grande riqueza do Brasil, mas não encontrada na região de Natividade. É exposta, permanentemente, em cofre relicário de segurança, na casa de Nossa Senhora, no local das aparições.

 

O Santuário foi construído em 1967, no local das aparições, e conta com uma réplica exata e única no mundo da casa de Éfeso, onde Maria viveu seus últimos nove anos.

 

Fonte: FARIA, Ronaldo. Eu vi a Mãe de Cristo, biografia do médico e advogado Dr. Fausto de Faria. Rio de Janeiro, 2008.

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